Do ponto GPS e da foto no campo até a declaração ao SINIR, ao SINISA e ao Selo Ambiental. Um mesmo dado operacional alimenta todos os relatórios — sem recapturar nada.
Em 2025, mais de 70% dos 212 municípios inscritos alcançaram Categoria A no Selo Ambiental do Piauí. Com as novas regras, esse número tende a mudar.
Não têm equipe técnica dedicada para produzir declarações SINIR e SINISA, nem para montar o dossiê de um edital. A obrigação existe igual.
Só municípios com destinação final regularizada e comprovada poderão manter a Categoria A do Selo Ambiental. Perder categoria é perder repasse do ICMS Ecológico.
É não conseguir provar. A foto está no celular de alguém, o peso num papel, a rota na cabeça do motorista. Nada disso é evidência auditável.
O ColetaKi transforma a operação diária em evidência auditável — sem mudar como sua equipe trabalha.
O ativo não é o PDF final. É uma base operacional, geoespacial e documental capaz de provar de onde saiu cada número usado num edital ou obrigação regulatória.
rastreável nos dois sentidos
A mesma pesagem, a mesma rota e a mesma foto alimentam SINIR, SINISA, PMGIRS, Selo Ambiental e o painel municipal — sem recapturar nada.
Qualquer valor de qualquer relatório se abre até o registro que o originou. "82% das rotas executadas" desdobra em setores, rotas, execuções, pontos GPS, fotos e pesagens.
Os aplicativos de campo capturam e sincronizam depois. Nenhuma queda de rede faz perder trabalho já realizado.
Um relatório emitido hoje se reproduz idêntico anos depois, mesmo que a norma tenha mudado — porque as regras também são versionadas.
O núcleo é o mesmo para todos. Adicionar um produto não exige migrar dados nem trocar de sistema.
Manter o plano municipal vigente e monitorado. É condição legal de acesso a recursos da União.
A base: converte a operação diária em evidência reutilizável por todos os outros produtos.
Preparar continuamente os dados exigidos pelo sistema nacional.
Ano-base, cobertura, massa, infraestrutura e pessoal.
Demonstrar inclusão socioprodutiva com evidência.
Provar destino ambientalmente adequado. Crítico para a Categoria A a partir de 2027.
Custo por tonelada, por habitante e cobertura receita/custo.
Estruturar o projeto de incentivo à reciclagem.
Comprovar metas e despesas do projeto aprovado.
Dossiê de solicitação de investimento.
Relatório próprio de pontos de entrega voluntária.
Pacote consolidado de conformidade municipal.
Monitoramento automático de oportunidades de financiamento.
Nenhum produto é apresentado como homologado ou certificado por órgão algum. O ColetaKi prepara e estrutura os dados exigidos — a decisão é sempre do avaliador.
Cada indicador é definido uma vez e reutilizado por todos os produtos que precisam dele. Nunca se recalcula a mesma fórmula com nomes diferentes.
Toneladas coletadas · % rotas executadas · cobertura territorial e populacional · cumprimento de horário · % execuções com evidência fotográfica, GPS e pesagem
Massa total declarada · massa por tipo de coleta · taxa de reciclagem · cobertura de coleta · divergências detectadas
Massa total e domiciliar · população atendida · cobertura populacional e territorial · km de varrição · trabalhadores próprios e terceirizados · produtividade t/trabalhador
Toneladas seletivas · kg/hab/mês · taxa de recuperação e de rejeito · PEVs ativos · cooperativas e catadores formalizados
Toneladas destinadas · % destinação ambientalmente adequada · divergência média de peso · licenças vencidas · fluxos sem comprovante
Custo R$/t · R$/hab · custo por rota, veículo e equipe · cobertura receita/custo
% execução física e financeira · metas concluídas · beneficiários alcançados · % despesas comprovadas
Capacidade projetada t/dia · déficit atual e posterior · avanço físico e financeiro
Estudamos as 27 legislações estaduais. Em 11 estados o critério ambiental do ICMS premia explicitamente a gestão de resíduos sólidos. Em 7 há ICMS Ecológico que premia conservação. Em 9 não há mecanismo.
Percentual da cota municipal do ICMS destinado a critério ambiental · corte agosto/2026 · a reforma tributária (EC 132/2023) substitui progressivamente o ICMS pelo IBS até 2033
No seu estado repartem-se R$ X por habitante ao ano por critérios ambientais. Sua parte depende do que você conseguir comprovar.
A Lei 12.305/2010, art. 18, faz do PMGIRS condição para o município acessar recursos da União destinados a limpeza urbana e manejo de resíduos — inclusive financiamentos de entidades federais de crédito.
Novo PAC — resíduos sólidos: R$ 992,5 milhões em carteira para 543 municípios, média de R$ 1,83 milhão por município. LIR ciclo 2025: 952 propostas, R$ 2,2 bilhões solicitados.
É obrigação legal. Descumprir bloqueia o acesso aos três tipos anteriores.
A bolsa ambiental do Piauí é de R$ 105,96 milhões por ano — R$ 8,48 bilhões de ICMS × 25% de cota municipal × 5% do Selo Ambiental — para 3.384.547 habitantes.
Para um município de 10 mil habitantes — o perfil de 159 dos 224 municípios do Piauí — há da ordem de R$ 313 mil por ano em jogo. Nessa escala, é dinheiro muito relevante.
Estes números são estimativas a partir de dados públicos. O que o ColetaKi garante não é o valor — é que sua prefeitura tenha a evidência para pleiteá-lo.
Diga em qual estado você está e mostramos o que o critério ambiental do ICMS premia por lá — e o que sua prefeitura precisaria comprovar.
Os valores apresentados neste site são estimativas construídas a partir de dados públicos (Tesouro Nacional/SICONFI, IBGE e legislação estadual), com data de corte em agosto de 2026. Não constituem promessa de repasse. O ColetaKi organiza e comprova os dados exigidos — a decisão sobre categorias, índices e repasses é sempre do órgão avaliador.